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"Fim da II Liga? O critério de quem decide foi apenas

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"Fim da II Liga? O critério de quem decide foi apenas

Mensagempor admin em 17 mai 2020, 01:38

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"Fim da II Liga? O critério de quem decide foi apenas financeiro"

Treinador do Feirense questiona o critério utilizado para dar continuidade à I Liga e terminar com o campeonato da II Liga, considerando que foi uma decisão meramente "financeira"

A II Liga terminou quando faltavam disputar dez jornadas. Filipe Rocha, treinador do Feirense, não tem dúvidas de que a decisão, diferente da que foi seguida na I Liga, prejudicou sobretudo quem lutava pela subida. A equipa de Santa Maria da Feira estava a seis pontos do segundo classificado, o Farense, e vinha de uma sequência de 11 jogos sem perder, com oito vitórias e três empates.

"Sentia o grupo e a massa adepta a acreditar cada vez mais que a subida era possível. Quando entrámos sabíamos e tínhamos dito aos dirigentes que era muito difícil. Não porque fosse impossível recuperar pontos em relação aos dois primeiros, apesar de termos encontrado um grupo triste e desanimado, mas porque os adversários não iam, em tão poucas jornadas, perder assim tantos pontos como os que tínhamos de atraso, que eram dez", lembrou. No entanto, pelos últimos resultados, Filipe Rocha sentia os jogadores muito "confiantes".

"Ninguém estaria à espera de uma situação destas, mas temos de estar preparados. Por vezes, aparecem estas surpresas"

A decisão de acabar o campeonato é, por isso, qualificada como uma injustiça. "O grupo sentia-se praticamente imbatível. Se déssemos sequência a esta série íamos ser um adversário duro de roer até ao final e tínhamos uma palavra a dizer na discussão da subida. Fico um pouco admirado ouvir alguns dirigentes falar das descidas. Se há prejudicados nas descidas, também há nas subidas. Foi injusto o que nos fizeram a nós e, por exemplo, ao Mafra e ao Estoril. Acabar o campeonato foi, de facto, uma injustiça", defendeu, comparando com a decisão tomada para a I Liga.

"O critério de quem decide foi apenas financeiro. Obviamente há um critério de saúde pública, mas a saúde pública é igual na II Liga e na I Liga. E aqui há outra questão: se os clubes da II Liga não tinham capacidade para realizar estes testes e esta logística, o dinheiro que foi oferecido aos clubes para terminar a II Liga, que foi 1,8 milhões de euros, servia perfeitamente para os clubes gastarem na logística e nos testes e receberiam na mesma as verbas das operadoras", defendeu.

O treinador do Feirense admitiu ainda que "esta foi uma época atípica que acabou de uma forma inesperada e surpreendente". "Ninguém estaria à espera de uma situação destas, mas temos de estar preparados. Por vezes, aparecem estas surpresas. No futebol, não tem sido muito comum, mas como profissionais temos de estar preparados para tudo. Não foi agradável para o Feirense que estava numa boa fase, perto de atingir um objetivo que inicialmente seria inimaginável e o fim da competição impediu-nos de tentar alcançar algo mais".

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