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Morreu a atriz francesa Jeanne Moreau, símbolo máximo

Morreu a atriz francesa Jeanne Moreau, símbolo máximo

Mensagempor Jo@o_M@ri@ em 31 jul 2017, 11:50

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Morreu a atriz francesa Jeanne Moreau, símbolo máximo da Nouvelle Vague

Morreu a atriz francesa Jeanne Moreau, aos 89 anos, anunciou o seu agente.

Moreau, que atou em mais de 100 filmes ao longo de uma carreira de 65 anos, incluindo "Amantes" de Louis Malle e "Jules e Jim" de François Truffaut, foi encontrada morta na sua residência na capital francesa.

Começou por ser um dos símbolos máximos da Nouvelle Vague francesa, ao protagonizar um dos filmes charneira do movimento, “Jules e Jim”, e rapidamente se tornou uma das mais prestigiadas atrizes da sua geração, tendo trabalhado com os mais notáveis realizadores da época, como Orson Welles, Luis Buñuel ou Manoel de Oliveira.

Filha de uma dançarina do Folies Bergère e de um profissional da restauração, Moreau, nascida em Paris em 1928, estudou intepretação no Conservatório de Paris e estreou-se em teatro aos 19 anos, no Festival de Avignon.

O sucesso nos palcos é conquistado ao longo da década de 50, começando aí também a fazer-se notada no cinema em filmes como “O Último Golpe” (1954), de Jacques Becker, e “Rainha Margot” (1954), de Jean Dréville.

Em 1958, protagoniza o notável “Fim-de-Semana no Ascensor”, o filme de estreia de Louis Malle, “compagnon de route” do movimento Nouvelle Vague, com que faz logo de seguida o controverso “Os Amantes” (1959), o que lhe amplifica ainda mais o sucesso, com a imprensa a apelidá-la de “a nova Bardot”.

A proximidade com os realizadores da Nouvelle Vague começa a ser evidente, com um pequeno cameo logo num dos filmes-fundadores do movimento, “Os 400 Golpes”, de François Truffaut, seguido de outro em “Uma Mulher é Uma Mulher”, de Jean-Luc Godard, que culminaria no papel principal de “Jules e Jim”, de Truffaut, surge logo em 1962, que fez do seu rosto luminoso um mais emblemáticos do movimento.

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