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OPINIÃO| O melhor campeonato do mundo

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OPINIÃO| O melhor campeonato do mundo

Mensagempor admin em 29 set 2018, 02:05

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No sentido de ajudar na divulgação da nossa modalidade foi-me solicitado que fizesse uma crónica semanal sobre o Hóquei Patins. Com o objetivo de divulgar/promover a nossa modalidade aceitei o convite de semanalmente escrever uma crónica sobre o Hóquei em Patins.

Tudo o que escrever será sempre a minha opinião sem nunca querer melindrar quem quer que seja, nem por cor clubista nem por incompatibilidade com alguém. Aceitarei qualquer critica ao que escrever, mas nunca irei responder por esta via.

Tal como o título da crónica indica, irei falar do nosso campeonato, campeonato esse que tive o privilégio de disputar, durante os últimos dois anos, como treinador. E como em tudo há sempre uns melhores que outros, pelo menos na teoria, nessa teoria vou dividir este campeonato em três grupos.

1 – Manutenção

2 – Europa

3 – Titulo

1 – Manutenção
Começo pelos da manutenção que são os que me merecem mais admiração, pois são os que teoricamente têm menos armas que os outros, quer estruturalmente quer a nível de jogadores. Neste grupo incluo o Paço D’Arcos, HC Braga, Riba D’Ave, Marinhense e Oeiras

PAÇO D’ ARCOS

Clube com grandes feitos na modalidade, que não estando a atravessar um dos melhores momentos tem nestas últimas épocas sobrevivido à descida com alguma dificuldade.

Com a saída de André Centeno, Rui Pereira e Tiago Losna, esta época aposta num misto de experiência onde Diogo Silva e Nelson Ribeiro espelham isso mesmo, juntamente com muita juventude de valor.

Superiormente orientados por um treinador (Luís Duarte) com provas dadas a nível de seleções jovens e que após uma época na primeira divisão estará certamente mais preparado para o que lhe espera nesta época.

HC BRAGA

Depois de vários anos sob o comando de Vítor Silva onde o sobe e desce foi uma constante nestas últimas épocas, esta época o HC Braga virou-se para outro ex-selecionador.

Tarefa árdua irá ter Rui Neto no comando do HC Braga depois de uma época onde a decisão de manutenção ficou para a última jornada.

O HC Braga perdeu algumas da suas peças importantes como o Francisco Veludo e o jovem Gonçalo Meira, além da experiência de Suissas e Márcio Rodrigues,virando-se, tal como a maioria dos clubes, para a juventude tendo ido buscar Afonso Lima e Pedro Silva ao vizinho OC Barcelos e ao mercado estrangeiro, onde apostou num guarda-redes argentino, Conti Acevedo, e no espanhol Juan Lopez, também ex-OC Barcelos.

RIBA D'AVE

O regresso, depois de uma descida algo atribulada há duas épocas atrás, a equipa orientada pelo jogador – treinador (difícil de gerir) Hugo Azevedo parte para mais uma época onde a aposta é clara em jovens com inegável valor da formação do FC Porto e Valongo, mas com alguma dificuldade em se impor numa primeira divisão cada vez mais exigente.

Mantendo a experiência de Bruno Serôdio, Raul Meca e do próprio Hugo Azevedo, completando o plantel com jovens que fizeram a sua formação juntos quer no Porto como no Valongo, casos de Diogo Seixas, Diogo Casanova e Miccoli. Uma das armas que o Riba D’Ave vai usar é o fator casa devido à sua massa associativa e ao rinque, piso difícil e pequeno.

MARINHENSE

Ora ai está. Este para quem não saiba é o meu clube. É o regresso após 22 anos a convívio dos grandes, com apenas duas passagens pelo escalão maior, o Marinhense tenta estabilizar entre os grandes da modalidade.

Aposta clara no plantel que subiu de divisão, com apenas uns retoques importantes quer a nível de experiência quer de juventude com vontade de mostrar que merecem estar onde estão. Jogadores como Filipe Vaz, Filipe Almeida e João Lomba são peças fundamentais nesta luta pela manutenção no melhor campeonato do mundo.

Importante o fator casa neste regresso à primeira divisão, onde os comandados de Tiago Sousa terão de ser implacáveis quando jogarem com os do “seu” campeonato.

OEIRAS

É mais um histórico da modalidade que regressa ao escalão maior, o último a garantir o seu lugar e por isso talvez o que mais tarde definiu a sua estrutura interna. Miguel Dantas o novo timoneiro do clube da linha vai ter muito trabalho neste seu ano de estreia como treinador do escalão sénior e logo na 1ª divisão.

É a equipa teoricamente com menos recursos e experiência deste campeonato, com exceção de Tiago Nogueira, o resto do plantel é composto por jovens com vários títulos nacionais nas camadas jovens. Mais um clube virado para a “moda” deste campeonato, a aquisição de jogadores estrangeiros, neste caso argentinos, tal como o ex-jogador e agora diretor desportivo German Dates.

Mais uma equipa com um rinque à antiga, de dimensões reduzidas e com um piso pouco usual nos dias que correm, situação que pode trazer vantagem na qualidade de visitado.

In Zero Zero
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